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sábado, 11 de junho de 2011

Ficha sobre CEL para 9º ano

As montanhas rivais

Um dia, Deus anunciou que tencionava escolher uma montanha inóspita, esguia e desértica para revelar a sua Lei. Quando as várias montanhas souberam da sua intenção, começaram a disputar a primazia para depois poderem gabar-se de terem sido o lugar da revelação.
Sabe-se que, primeiro, dirigiram umas às outras palavras duras e ásperos insultos. Depois, como se isso não bastasse, foram subindo de tom até optarem pelo confronto físico, empurrando-se, acotovelando-se e tentando magoar-se com gravidade.
As mais assanhadas nesta peleja eram as de Tabor e de Carmel. O diálogo entre ambas, enquanto se agrediam, não podia ser mais violento.
— Tu não tens grandeza nem beleza para receberes a palavra de Deus. És uma montanha mesquinha e triste e, por isso, Deus há-de votar-te ao esquecimento. Desaparece, pois, daqui! — gritou o Monte Tabor. E o Monte Carmel respondeu-lhe em termos semelhantes:
— Quem está a mais és tu. Deus não deseja a tua presença, pois o ato que vai praticar é tão importante que não pode compadecer-se com a tua pequenez e com a tua maldade. Vai-te, então, daqui embora, ou serei eu a expulsar-te.
Deus, que ultimava as Tábuas da Lei, ouvindo ecos da violenta discussão entre as duas montanhas, ordenou-lhes que se acalmasse e depois, falando para ambas, sentenciou:
— Não sei porque teimam em manter essa querela se o escolhido por mim não será nenhum de vocês e sim o Monte Sinai, que merece a minha confiança e respeito.
— Mas porquê, Senhor? — perguntaram os dois montes em uníssono, sem conseguirem esconder a deceção que a decisão divina lhes causara.
— É simples — esclareceu Deus.— Enquanto vocês acolheram durante muitos anos momentos de idolatria que eu sempre condenei, o Monte Sinai manteve-se puro e santo, afastando de si os idólatras e os ímpios. Foi por isso que o escolhi e não alterarei a minha decisão. Peço-vos agora para regressardes às vossas posições em silêncio, porque o momento é solene e eu estou cansado de ouvir as vossas ruidosas disputas.
E foi assim que o Monte Sinai foi escolhido por Deus para ser palco da revelação dos seus Mandamentos.
In José Jorge Letria, Lendas e Contos Judaicos 

1.    Qual é o recurso expressivo mais utilizado neste conto?

2.    Faz a divisão e a classificação das orações presentes na primeira frase do texto.
2.1.       Qual é a função sintática de “Um dia”?

3.    Atenta na frase “Quando as várias montanhas souberam da sua intenção, começaram a disputar a primazia para depois poderem gabar-se de terem sido o lugar da revelação.”.
3.1.       No complexo verbal “começaram a disputar” de que tipo é o verbo auxiliar?
a.    Aspetual.
b.    Modal.
c.    Temporal.
d.    Auxiliar da passiva.
3.2.       Ainda no mesmo enunciado, o complexo verbal “terem sido” é composto por
a.    verbo auxiliar modal + verbo principal.
b.    verbo auxiliar dos tempos compostos + verbo principal.
c.    verbo auxiliar temporal + verbo principal.
d.    verbo auxiliar aspetual + verbo principal.
3.3.       Em que tempo/modo verbal se encontram “poderem” e “terem”?
3.4.       Qual é a função sintática de “o lugar da revelação.”?

4.    Agora atenta no enunciado “Sabe-se que, primeiro, dirigiram umas às outras palavras duras e ásperos insultos. Depois, como se isso não bastasse, foram subindo de tom até optarem pelo confronto físico, empurrando-se, acotovelando-se e tentando magoar-se com gravidade.”.
4.1.       Os advérbios “primeiro” e “depois” pertencem a que classe?
a.    Advérbios de frase.
b.    Advérbios de inclusão e exclusão.
c.    Advérbios conectivos.
d.    Advérbios relativos.
4.2.       Qual é o modo verbal dos verbos sublinhados?
4.3.       Classifica a oração “como se isso não bastasse”.
4.3.1.  Classifica a palavra “se” quanto à sua classe e subclasse.
4.4.       Substitui “com gravidade” por um advérbio de predicado e indica o seu valor.

5.    “As mais assanhadas nesta peleja eram as de Tabor e de Carmel. O diálogo entre ambas, enquanto se agrediam, não podia ser mais violento.”
5.1.       Refere o grau dos adjetivos “assanhadas” e “violento”.
5.2.       Indica a função sintática de “as de Tabor e de Carmel”.
5.2.1.  A que classes de palavras pertencem “As” e “as”?
5.3.       Classifica a oração “enquanto se agrediam”.
5.4.       O complexo verbal “podia ser” é composto por
a.    Verbo auxiliar da passiva + verbo principal.
b.    Verbo auxiliar dos tempos compostos + verbo principal.
c.    Verbo auxiliar modal + verbo principal.
d.   Verbo auxiliar aspetual + verbo principal.

6.    Atenta em “És uma montanha mesquinha e triste e, por isso, Deus há-de votar-te ao esquecimento. Desaparece, pois, daqui!”.
6.1.       Classifica as conjunções (uma é locução conjuntiva) “por isso” e “pois”.
6.2.       O complexo verbal “há-de votar-te” é composto por um verbo auxiliar temporal + verbo principal. Esta afirmação é verdadeira ou falsa?
6.3.       O pronome “te”, nesta frase, exerce que função sintática?
6.4.       Em que modo verbal se encontra o verbo “Desaparece”?

7.       Na frase “Deus não deseja a tua presença, pois o ato que vai praticar é tão importante que não pode compadecer-se com a tua pequenez e com a tua maldade.”, a conjunção “pois”  tem valor conclusivo ou explicativo?
7.1.       Identifica a oração subordinada adverbial consecutiva existente neste enunciado.
7.2.       A palavra “que”, repetida nesta frase, pertence a que classes distintas?

8.    Atenta no enunciado “Deus, que ultimava as Tábuas da Lei, ouvindo ecos da violenta discussão entre as duas montanhas, ordenou-lhes que se acalmassem e depois, falando para ambas, sentenciou:” e classifica as orações sublinhadas.

9.    Na frase “Não sei porque teimam em manter essa querela se o escolhido por mim não será nenhum de vocês e sim o Monte Sinai, que merece a minha confiança e respeito.” identifica a oração subordinante, uma oração subordinada adverbial condicional e uma oração subordinada adjetiva relativa explicativa.
10.Em “Mas porquê, Senhor?”, qual é a função sintática desempenhada por “Senhor”?



Correção:

1.     Personificação.
2.     Um dia, Deus anunciou – oração subordinante
que tencionava escolher uma montanha inóspita, esguia e desértica- oração subordinada substantiva completiva
para revelar a sua Lei.- oração subordinada adverbial final
2.1.          modificador do grupo verbal
3.1. a
3.2. b
3.3. futuro do conjuntivo
3.4. predicativo do sujeito
4.1. c
4.2. gerúndio
4.3. oração subordinada adverbial comparativa
4.3.1. conjunção condicional
4.4. “gravemente”, valor modal
5.1. O primeiro está no grau superlativo relativo de superioridade e o segundo no grau comparativo de superioridade.
5.2. predicativo do sujeito
5.3. oração subordinada adverbial temporal
5.4. c
6.1. conjunções coordenativas conclusivas
6.2. verdadeira
6.3. complemento indireto
6.4. imperativo
7. explicativo
7.1. “que não pode compadecer-se(…)maldade.”
7.2. Na 1ª vez que surge trata-se de um pronome relativo, mas na 2ª é uma conjunção subordinativa consecutiva.
8. oração subordinada adjetiva explicativa e oração subordinada adverbial causal gerundiva
9. Não sei- oração subordinante
se o escolhido por mim não será nenhum de vocês e sim o Monte Sinai- oração subordinada adverbial condicional
que merece a minha confiança e respeito- oração subordinada adjetiva explicativa
10.    vocativo

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A Espada de Dâmocles

«A Espada de Dâmocles

Era uma vez, um rei chamado Dionísio, monarca de Siracusa, a cidade mais rica da Sicília. Vivia num palácio cheio de requintes e de coisas bonitas, atendido por uma criadagem sempre disposta a fazer-lhe às vontades.
Naturalmente, por ser rico e poderoso, muitos siracusanos invejavam-lhe a sorte. Dâmocles estava entre eles. Era dos melhores amigos de Dionísio e dizia-lhe freqüentemente.
- Que sorte a sua! Você tem tudo que se pode desejar. Só pode ser o homem mais feliz do mundo!
Dionísio foi ficando cansado de ouvir esse tipo de conversa.
- Ora essa! Você acha mesmo que eu sou mais feliz do que todo mundo?
O amigo respondeu:
- Mas é claro! Olhe só o seu tesouro e todo o seu poder! Você não tem absolutamente nada com que se preocupar. Poderia sua vida ser melhor do que isso?
- Talvez você queira trocar de lugar comigo - disse Dionísio.
- Ora, eu nem sonharia com uma coisa dessas! Mas se eu pudesse ter sua riqueza e desfrutar de todos esses prazeres por um dia apenas, não desejaria felicidade maior.
- Pois bem! Troque de lugar comigo por um dia apenas e desfrute disso tudo. E então, no dia seguinte, Dâmocles foi levado ao palácio e todos os criados reais lhe puseram na cabeça as coroas de ouro. Ele sentou-se à mesa na sala de banquetes e foi-lhe servida lauta refeição. Nada lhe faltou ao seu bel-prazer. Havia vinhos requintados, raros perfumes, lindas flores e música maravilhosa. Recostou-se em almofadas macias. Sentiu-se o homem mais feliz do mundo.
- Ah, isso é que é vida! - confessou a Dionísio, que se encontrava sentado à mesa, na outra extremidade. - Nunca me diverti tanto.
Dâmocles enrijeceu-se todo. O sorriso fugiu-lhe dos lábios e o rosto empalideceu. Suas mãos estremeceram. Esqueceu-se da comida, do vinho, da música. Só quis saber de ir embora dali, para bem longe do palácio, para onde quer que fosse. Pois pendia bem acima de sua cabeça uma espada, presa ao teto por um único fio de crina de cavalo. A lâmina brilhava, apontando diretamente para seus olhos. Ele foi se levantando, pronto para sair correndo, mas deteve-se tremendo que um movimento brusco pudesse arrebentar aquele fiozinho fino e fizesse com a espada lhe caísse em cima. Ficou paralisado, preso ao assento.
- O que foi, meu amigo? - perguntou Dionísio - Parece que você perdeu o apetite.
- Essa espada! Essa espada! - disse o outro, num sussurro - Você não está vendo?
- É claro que estou. Vejo-a todos os dias. Está sempre pendendo sobre minha cabeça e há sempre a possibilidade de alguém ou alguma coisa partir o fio. Um dos meus conselheiros pode ficar enciumado do meu poder e tentar me matar. As pessoas podem espalhar mentiras a meu respeito, para jogar o povo contra mim. Pode ser que um reino vizinho envie um exército para tomar-me o trono. Ou então, posso tomar uma decisão errônea que leve à minha derrocada. Quem quer ser líder precisa estar disposto a aceitar esses riscos. Eles vêm
junto com o poder, percebe?
- É claro que percebo! - disse Dâmocles - Vejo agora que eu estava enganado e que você tem muitas coisas no que pensar além de sua riqueza e fama. Por favor, assuma o seu lugar e deixe-me voltar para a minha casa.
Até o fim de seus dias, Dâmocles não voltou a querer trocar de lugar com o rei, nem por um momento sequer.
Adaptação do
Original de James Baldwin»

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Ficha de aferição da leitura do episódio da Batalha de Aljubarrota com correção no final


1.    Responde às frases com V (verdadeiro) ou F (falso):
a.    Este episódio situa-se na Narração. ______
b.   O plano é o das reflexões do poeta. ______
c.    Este episódio é mitológico. ______
d.   O narrador é Vasco de Gama. ______
e.    Quem está a ouvir esta narração é o Rei de Portugal, D. João I. ______
f.     A Batalha de Aljubarrota deu-se no séc. XIV. ______
g.    A figura central deste episódio é Nuno Álvares Correia. ______
h.   O Rei D. João I também combateu ao lado dos soldados. ______
i.      Este episódio é composto por três partes lógicas. ______
j.      Na estância 29 existem várias personificações. ______
k.   O som da trombeta castelhana foi ouvido com indiferença pelos portugueses. ______
l.      Os vv. 3-4 da estância 30 querem dizer que não havia perigo nenhum. ______
m.           Do lado espanhol combateram alguns portugueses. ______
n.   Os maiores traidores de que se fala são os irmãos de D. João I. ______
o.   Na estância 31 existem muitas palavras associadas à sensação auditiva. ______
p.   A batalha foi cruel e mortífera, pois os portugueses eram muitos mais que os espanhóis. ______
q.   Na estância 33, no verso 1, existem duas apóstrofes. ______
r.    Na estância 33, no verso 5, encontramos uma hipérbole. ______
s.    Ao ver que os portugueses estão a perder o ânimo, o rei faz um discurso motivador. ______
t.     O discurso do rei não funciona porque os combatentes do lado português abandonam o terreno e fogem. ______
u.   Na estância 36 começa o discurso do rei. ______
v.    Para convencer a assembleia a combater, o rei utiliza o modo imperativo. ______
w. Na estância 38, encontramos uma hipérbole nos dois últimos versos. ______
x.    Na estância 39, quando o sujeito poético se refere ao “Márcio jogo” (v. 4) está a falar da guerra. ______
y.    Na estância 40, o “Estígio lago” (v.1) é o Paraíso. ______
z.    Os irmãos de Nuno Álvares Pereira sobreviveram à Batalha. ______
aa.          No verso 7 da estância 41 a bandeira castelhana é elogiada. ______
bb.         O Rei de Castela morreu na batalha de Aljubarrota. ______
cc.           No final da batalha, milhares de corpos estão caídos no chão. ______
dd.        Na estância 44 o sujeito poético faz o elogio da guerra. ______
ee.          Mal acabou a batalha, o rei D. João I regressou a Lisboa. ______
ff.       Nuno Álvares Pereira foi em perseguição dos castelhanos que sobreviveram. ______
Cotações:
Cada item vale 3,125 pontos
(32 questões x 3,125= 100 pontos)

A professora: Lucinda Cunha

Correção:
São verdadeiras as alíneas: a, d, f, h, i, j, m, o, q, s, v, w, x, aa, cc, ff.

Ficha de CEL para 12º ano

FICHA DE TRABALHO SOBRE CONHECIMENTO EXPLÍCITO DA LÍNGUA-12ºANO

Ficha de escolha múltipla com a correção no final

“(…) se o Guadiana foi já cenário [de] (…) disputas bélicas, também foi testemunha de uniões bucólicas entre Portugal e Espanha. Sempre que os dois reinos decidiam algum desposório régio, certo e sabido que o ponto de encontro era na fronteira, perto da confluência entre o rio Caia e o Guadiana. Por regra, as comitivas de entrega e receção encontravam-se à beira deste rio e a infanta, espanhola ou portuguesa, ficava então em posse do nobre que a levaria. O seu protocolo foi alterado no início de 1728, quando os dois países se quiseram unir em duplos laços matrimoniais, num evento que ficou conhecido pela “troca das princesas”. Com efeito, em vez de se enviar a infanta portuguesa para Madrid, de modo a casar com o futuro rei espanhol Fernando VI, e receber em Lisboa a princesa castelhana para desposar o futuro rei D. José, fez-se o casório em Caia, com o Guadiana e numerosa comitiva a assistir. E com pompa e circunstância além de muito dinheiro gasto. De facto, para se celebrar os casamentos, fizeram-se dois palácios em madeira, em ambas as margens, concebidos pelos mais distintos arquitetos de cada país. No caso de Portugal, foram incumbidos desta tarefa o bávaro João Frederico Ludovice, arquiteto do convento de Mafra, e pelo romano António Canevari, o primeiro diretor das obras do aqueduto das Águas Livres, na região de Lisboa. Haveriam de se desentender e foram substituídos por um engenheiro militar português.”
In Visão, Suplemento “Guia dos rios e barragens”, nº1

1.   As palavras “desposório”, “matrimoniais” e “casamento” são palavras
a.    derivadas por parassíntese.
b.    derivadas por prefixação.
c.    derivadas por sufixação.
d.    derivadas por prefixação e sufixação.

2.   Na palavra “arquiteto”, o elemento inicial tem o significado de
a.    antigo.
b.    chefia.
c.    em volta de.
d.    excesso.

3.    Qual das palavras que se seguem não é derivada?
a.    desentender.
b.    engenheiro.
c.    comitiva.
d.    casório.

4.      No enunciado “O seu protocolo foi alterado no início de 1728, quando os dois países se quiseram unir em duplos laços matrimoniais, num evento que ficou conhecido pela “troca das princesas”.” “que” é
a.    um pronome relativo.
b.    uma conjunção subordinativa causal.
c.    um pronome interrogativo.
d.    uma conjunção subordinativa consecutiva.

5.      No que concerne ao excerto “No caso de Portugal, foram incumbidos desta tarefa o bávaro João Frederico Ludovice, arquiteto do convento de Mafra, e pelo romano António Canevari”, assinala a frase que está correta:
a.    Esta frase encontra-se na voz ativa.
b.    A frase contém um modificador apositivo.
c.    A palavra “bávaro” significa “relativo à Bavária”.
d.    Neste enunciado existe uma contração.

6.        Em “ficava então em posse do nobre que a levaria”, as palavras são, respetivamente:
a.    verbo-conjunção-conjunção-verbo-preposição-adjetivo-conjunção-determinante-verbo
b.    verbo-advérbio-preposição-nome-preposição-adjetivo-pronome-pronome-verbo
c.    verbo-conjunção-preposição-nome- preposição-nome-pronome-pronome-verbo
d.    verbo-advérbio.-preposição-nome-preposição-nome-pronome-pronome-verbo

7.     Em “O seu protocolo foi alterado no início de 1728”, o complexo verbal destacado é constituído por:
a.    verbo auxiliar da passiva + verbo principal.
b.    verbo auxiliar temporal + verbo principal.
c.    verbo auxiliar aspetual + verbo principal.
d.    verbo auxiliar dos tempos compostos + verbo principal.

8.      Em “Haveriam de se desentender”, a palavra “se” é
a.    uma conjunção subordinativa condicional.
b.    uma conjunção subordinativa completiva.
c.    um pronome pessoal reflexo.
d.    um pronome pessoal recíproco.

9.      Em “se o Guadiana foi já cenário [de] (…) disputas bélicas”, a palavra “se” é
a.    uma conjunção subordinativa condicional.
b.    uma conjunção subordinativa completiva.
c.    um pronome pessoal reflexo.
d.    um pronome pessoal recíproco.

10.              Em “fez-se o casório em Caia”, a palavra “se” tem um valor
a.    inerente.
b.    passivo.
c.    recíproco.
d.    impessoal.


11.              Atenta na frase “De facto, para se celebrar os casamentos, fizeram-se dois palácios em madeira, em ambas as margens, concebidos pelos mais distintos arquitetos de cada país.”. A oração sublinhada é
a.    a oração subordinante.
b.    subordinada adverbial concessiva.
c.    subordinada adjetiva restritiva.
d.    subordinada adverbial final.

12.              De entre os enunciados que se seguem, assinala a alínea onde encontras uma oração subordinada adverbial final.
a.      “Sempre que os dois reinos decidiam algum desposório régio, certo e sabido que o porto o ponto de encontro era na fronteira, perto da confluência entre o rio Caia e o Guadiana.”
b.    “Por regra, as comitivas de entrega e receção encontravam-se à beira deste rio e a infanta, espanhola ou portuguesa, ficava então em posse do nobre que a levaria.”
c.    “Com efeito, em vez de se enviar a infanta portuguesa para Madrid, de modo a casar com o futuro rei espanhol Fernando VI, e receber em Lisboa a princesa”
d.    “E com pompa e circunstância além de muito dinheiro gasto.”

13.              Na frase “Por regra, as comitivas de entrega e receção encontravam-se à beira deste rio e a infanta, espanhola ou portuguesa, ficava então em posse do nobre que a levaria.”, a oração destacada é
a.    subordinada adverbial concessiva.
b.    subordinada adjetiva restritiva.
c.    subordinada substantiva completiva.
d.    subordinada substantiva relativa sem antecedente.

14.              Na mesma frase, temos três sujeitos. Assinala a opção certa.
a.    O primeiro é composto e os outros simples.
b.    Todos são sujeitos simples..
c.    O primeiro é nulo subentendido, o segundo é nulo indeterminado e o último composto.
d.    O primeiro é composto, o segundo é nulo expletivo e o terceiro é simples.

15.              Em “Sempre que os dois reinos decidiam algum desposório régio, certo e sabido que o ponto de encontro era na fronteira”, a oração destacada é
a.    subordinada substantiva completiva.
b.    subordinada substantiva relativa sem antecedente.
c.    subordinada adjetiva relativa restritiva.
d.    subordinada adjetiva relativa explicativa.

16.              “de modo a casar com o futuro rei espanhol” - o verbo “casar” pede
a.    um complemento direto.
b.    um complemento oblíquo.
c.    um complemento do nome.
d.    um modificador do grupo verbal.

17.              Qual é a função sintática exercida pelo grupo de palavras sublinhadas em “Haveriam de se desentender e foram substituídos por um engenheiro militar português.”?
a.    Complemento direto.
b.    Sujeito.
c.    Complemento oblíquo.
d.    Complemento agente da passiva.

18.                O conector “com efeito”, usado no texto, serve para
a.    dar uma opinião.
b.    confirmar uma ideia.
c.    exemplificar.
d.    indicar uma consequência.

19.                Que outro conector, também usado neste texto, tem o mesmo valor que “com efeito”?
a.    No caso de
b.    Sempre que 
c.    de facto.
d.    além de

20.              Quanto à sua tipologia, este é um texto
a.    argumentativo.
b.    narrativo.
c.    descritivo.
d.    instrucional.




Bom trabalho!!!
A PROFESSORA: Lucinda Cunha


Soluções:

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20.b