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sábado, 15 de outubro de 2011

Ficha direcionada para ensino secundário- com a correção no final

FICHA DE TRABALHO FORMATIVA (com correção no final): funções sintáticas, classes de palavras, atos ilocutórios  


1



5




10




15




20




25




30


Era o dia 28 de Wintarmanoth do ano da graça de 814, o inverno mais rigoroso de que havia memória.
         Hrotrud, a parteira da aldeia de Ingelheim, avançava penosamente pela neve, a caminho da cabana do cónego. Uma rabanada de vento agitou as árvores, espetando dedos gelados no seu corpo que procuravam penetrar através dos buracos e dos remendos das suas finas vestes de lã. O caminho pela floresta estava cheio de neve; a cada passo que dava, enterrava-se quase até aos joelhos. A neve acumulava-se-lhe nas sobrancelhas e nas pestanas; tinha de limpar constantemente a cara para conseguir ver. As mãos e os pés doíam-lhe de frio, apesar das camadas de trapos de linho em que os tinha embrulhado.
         Apareceu uma mancha negra à sua frente, no caminho. Era um corvo morto. Neste inverno, até esses robustos necrófagos morriam de fome: os seus bicos não conseguiam rasgar a carne podre enregelada. Hrotrud estremeceu, apressando o passo. Gudrun, a mulher do cónego, tinha entrado em trabalho de parto um mês antes do previsto. Linda altura para uma criança nascer, pensou Hrotrud amargamente. Cinco crianças nascidas só no último mês e nem uma só sobreviveu mais do que uma semana.
          Um violento turbilhão de neve cegou Hrotrud. Por momentos, perdeu de vista o caminho mal assinalado. Sentiu uma onda de pânico. Já tinham morrido mais do que um aldeão naquele caminho, andando em círculos a pouca distância da sua própria casa. Esforçou-se por se manter direita, enquanto a neve rodopiava à sua volta, envolvendo-a numa paisagem branca. Quando o vento abrandou, mal conseguia vislumbrar o caminho. Continuou a marcha. As mãos e os pés já não lhe doíam; estavam completamente dormentes. Ela sabia o que isso podia significar, mas não podia ligar; era importante manter a calma.
          Tenho de deixar de pensar no frio.
           Lembrou-se da casa onde tinha nascido, uma bela casa com uma herdade próspera, de cerca de seis hectares. Era quente e aconchegada, com sólidas paredes de madeira, muito mais bonita do que as casas dos seus vizinhos, construídas com simples traves de madeira, cobertas de argamassa. Na sala principal, havia uma grande lareira, com o fumo a sair em espiral por uma abertura do telhado. O pai de Hrotrud usava um belo manto de pele de lontra por cima da sua camisa em linho fino e a mãe usava fitas de seda nos seus longos cabelos negros. Hrotrud tinha duas túnicas de mangas largas e um manto da mais pura lã. Lembrava-se de sentir junto à sua pele a maciez e a suavidade do tecido fino.
       
         A papisa Joana, Donna Woolfolk Cross, Editorial Presença



1)    O adjetivo “ rigoroso”(l. 1) está no grau
a.    comparativo de superioridade.
b.    superlativo relativo de superioridade.
c.    superlativo absoluto analítico.
d.    superlativo absoluto sintético.

2)    Na frase “Hrotrud, a parteira da aldeia de Ingelheim, avançava penosamente pela neve, a caminho da cabana do cónego.” (ll.3-4) o enunciado sublinhado é
a.    um modificador de frase.
b.    um modificador restritivo.
c.    um modificador do grupo verbal.
d.    um modificador apositivo.

3)    Em Uma rabanada de vento agitou as árvores, espetando dedos gelados no seu corpo que procuravam penetrar através dos buracos e dos remendos das suas finas vestes de lã.” (ll. 4-6) o sujeito é
a.    nulo expletivo.
b.    nulo indeterminado.
c.    simples.
d.    composto.

4)    O verbo “espetar” presente em 3) seleciona
a.    um complemento direto e um complemento oblíquo.
b.    um complemento direto e um modificador do grupo verbal.
c.    um complemento direto e um complemento indireto.
d.    um complemento direto e um predicativo do complemento direto.

5)    Ainda no enunciado em 3) a oração “que procuravam penetrar através dos buracos e dos remendos das suas finas vestes de lã.” é uma oração
a.    subordinada substantiva completiva.
b.    subordinada adjetiva relativa restritiva.
c.    subordinada adjetiva relativa explicativa.
d.    subordinada substantiva relativa sem antecedente.

6)    No enunciado “O caminho pela floresta estava cheio de neve (l. 6) o complemento sublinhado é um
a.    predicativo do sujeito.
b.    complemento  direto.
c.    complemento oblíquo.
d.    modificador do grupo verbal.

7)    Em “As mãos e os pés doíam-lhe de frio, apesar das camadas de trapos de linho em que os tinha embrulhado.” (ll. 8-9), o sujeito é
a.    simples.
b.    nulo expletivo.
c.    nulo subentendido.
d.    composto.

8)    Ainda no mesmo enunciado, verbo “embrulhar” encontra-se em que tempo e modo?
a.    Pretérito imperfeito do indicativo.
b.    Pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo.
c.    Pretérito perfeito composto do indicativo.
d.    Condicional.

9)    Que função sintática desempenha a expressão “uma mancha negra” (l. 10)?
a.    Complemento oblíquo.
b.    Complemento do nome.
c.    Predicativo do sujeito.
d.    Sujeito.

10)  O verbo “estremecer” (l. 12) é
a.    intransitivo.
b.    transitivo direto.
c.    transitivo indireto.
d.    transitivo direto e indireto.

11)  Em “Linda altura para uma criança nascer” (ll. 13-14) estamos perante um ato ilocutório
a.    assertivo.
b.    diretivo.
c.    indireto.
d.    compromissivo.

12)  Em “Cinco crianças nascidas só no último mês e nem uma só sobreviveu mais do que uma semana.” (ll. 14-15) estamos perante um ato ilocutório
a.    indireto.
b.    assertivo.
c.    declarativo.
d.    expressivo.

13)   A oração “enquanto a neve rodopiava à sua volta” (l. 19) trata-se de uma oração subordinada
a.    condicional.
b.    temporal.
c.    concessiva.
d.    causal.

14)   O verbo “continuar” (l. 20) é um verbo
a.    intransitivo.
b.    transitivo direto.
c.    transitivo indireto.
d.    transitivo predicativo.

15)  Em “Ela sabia o que isso podia significar, mas não podia ligar” (l. 22) temos uma oração
a.    subordinada causal.
b.    coordenada copulativa.
c.    subordinada explicativa.
d.    coordenada adversativa.

16)  No enunciado “Tenho de deixar de pensar no frio.” (l. 24) deparamos com um ato ilocutório
a.    assertivo.
b.    diretivo.
c.    compromissivo.
d.    declarativo.

17)  O adjetivo “bonita” (l. 27) encontra-se no grau
a.    comparativo de superioridade.
b.    superlativo absoluto analítico.
c.    normal.
d.    superlativo relativo de superioridade.

18)  Em “Hrotrud tinha duas túnicas de mangas largas e um manto da mais pura lã.” (ll. 31-32) substitui o complemento direto por um pronome.
a.    Hrotrud tinha-as e um manto da mais pura lã.
b.    Hrotrud tinha-os e duas túnicas de mangas largas.
c.    Hrotrud tinha-os.
d.    Ela tinha-os.

19)  No enunciado “Lembrava-se de sentir junto à sua pele a maciez e a suavidade do tecido fino.” (l. 32) temos um modificador do grupo verbal. Identifica-o.
a.    “a maciez e a suavidade”.
b.    “do tecido fino”.
c.    “Lembrava-se de sentir”.
d.    “junto à sua pele”.

20)  O adjetivo “fino” é
a.    relacional.
b.    numeral.
c.    qualificativo.
d.    conectivo.

Correção:


1-b
5-b
9-d
13-b
17-a
2-d
6-a
10-a
14-b
18-c
3-c
7-d
11-c
15-d
19-d
4-a
8-b
12-b
16-c
20-c

BOM TRABALHO!!!!!!!!!!!!!!!!                                               Lucinda Cunha

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Ficha de preparação para teste


FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA DE PORTUGUÊS, 7º ANO
(com a correção no final para estudo autónomo)

“Quando eu era pequena, passava às vezes pela praia um velho louco e vagabundo a quem chamavam o Búzio.
O Búzio era como um monumento manuelino: tudo nele lembrava coisas marítimas. A sua barba branca e ondulada era igual a uma onda de espuma. As grossas veias azuis das suas pernas eram iguais a cabos de navio. O seu corpo parecia um mastro e o seu andar era baloiçado como o andar dum marinheiro ou dum barco. Os seus olhos, como o próprio mar, ora eram azuis, ora cinzentos, ora verdes, e às vezes mesmo os vi roxos. E trazia sempre na mão direita duas conchas.
Eram daquelas conchas brancas e grossas com círculos acastanhados, semirredondas e semitriangulares, que têm no vértice da parte triangular um buraco. O Búzio passava um fio através dos buracos, atando assim as duas conchas uma à outra, de maneira a formar com elas umas castanholas. E era com essas castanholas que ele marcava o ritmo dos seus longos discursos cadenciados, solitários e misteriosos como poemas.
O Búzio aparecia ao longe. Via-se crescer dos confins dos areais e das estradas. Primeiro julgava-se que fosse uma árvore ou um penedo distante. Mas quando se aproximava via-se que era o Búzio.
Na mão esquerda trazia um grande pau que lhe servia de bordão e era seu apoio nas longas caminhadas e sua defesa contra os cães raivosos das quintas. A este pau estava atado um saco de pano, dentro do qual ele guardava os bocados do pão que lhe davam e os tostões. O saco era de chita remendada e tão desbotada que quase se tornara branca.
O Búzio chegava de dia, rodeado de luz e de vento, e dois passos à sua frente vinha o seu cão, que era velho, esbranquiçado e sujo, com o pelo grosso, encaracolado e comprido e o focinho preto.
 E pelas ruas fora vinha o Búzio com o sol na cara e as sombras trémulas das folhas dos plátanos nas mãos.
 Parava em frente duma porta e entoava a sua longa melopeia ritmada pelo tocar das suas castanholas de conchas.
Abria-se a porta e aparecia uma criada de avental branco que lhe estendia um pedaço de pão e dizia:
- Vai-te embora, Búzio.
E o Búzio, demoradamente, desprendia o saco do seu bordão, desatava os cordões, abria o saco e guardava o pão.
Depois de novo seguia.
Parava debaixo de uma varanda cantando, alto e direito, enquanto o cão farejava o passeio.
 E na varanda debruçava-se alguém rapidamente, tão rapidamente que o seu rosto nem se mostrava, e atirava-lhe um tostão e dizia:
- Vai-te embora, Búzio.
E o Búzio demoradamente (…)  desprendia o saco do pau, desatava os cordões, abria o saco, guardava o tostão, e de novo fechava o saco e o atava e o prendia.
E seguia com o seu cão.
Havia na terra muitos pobres que apareciam aos sábados em bandos acastanhados e trágicos, e que pediam esmola pelas portas e faziam pena. Eram cegos, coxos, surdos e loucos, eram tuberculosos cuspindo sangue nos trapos, eram mães escanzeladas de filhos quase verdes, eram velhas curvadas e chorosas com as pernas incrivelmente inchadas, eram rapazes novos mostrando chagas, braços torcidos, mãos cortadas, lágrimas e desgraça. E sobre o bando pairava um murmúrio incansável de gemidos, queixas, rezas e lamentações.
 Mas o Búzio aparecia sozinho, não se sabia em que dia da semana, era alto e direito, lembrava o mar e os pinheiros, não tinha nenhuma ferida e não fazia pena. Ter pena dele seria como ter pena de um plátano ou de um rio, ou do vento. Nele parecia abolida a barreira que separa o homem da natureza.
O Búzio não possuía nada, como uma árvore não possui nada. Vivia com a terra toda que era ele próprio. “
Sophia de Mello Breyner Andresen, "Homero", in Contos Exemplares


I

Responde às questões que se seguem com frases completas e bem estruturadas.

1.    Partindo da frase “O Búzio era como um monumento manuelino(…)”, responde às questões:
1.1.        Quem era esta personagem?
1.1.1.   Caracteriza-a, recorrendo a dados textuais.
1.2.        Que objetos trazia sempre com ele?
1.2.1.   Refere a sua utilidade.

2.    Atenta na frase: “O Búzio aparecia ao longe.”
2.1.        Por onde andava ele?
2.2.        Ao longe, o que parecia? Justifica a tua opinião com dados textuais.

3.    Identifica o fiel amigo que acompanhava Búzio nas suas caminhadas.

4.    Responde ás questões depois de leres atentamente a seguinte frase: “Parava em frente de uma porta e entoava a sua longa melopeia(…)”.
4.1.        O que fazia o Búzio?
4.2.        Qual era a reação das pessoas quando ele se aproximava?
4.3.        E o Búzio, como se comportava?

5.    Indica o dia da semana em que o Búzio aparecia sozinho.
5.1.        O que pensava as pessoas a seu respeito?

II

1.    De acordo com o novo acordo ortográfico, assinala com um X as palavras que estão mal escritas:
anti-rugas

acção

Egito

egípcio

extraescolar

Novembro

primavera

óptimo



2.    Seleciona as hipóteses corretas:
 
O resultado do jogo foi dececionante!

O resultado do jogo foi decepcionante!



No outono as folhas caem.

No Outono as folhas caem.


 
Os felinos vêem bem de noite.

Os felinos veem bem de noite.


 
O seu ato foi heroico!

O seu acto foi heróico!



3.    Identifica o tipo e a forma das frases que se seguem:
a.    “Vai-te embora, Búzio.”
b.    “Quando eu era pequena, passava às vezes pela praia um velho louco e vagabundo a quem chamavam o Búzio.”
c.    “(…)não se sabia em que dia da semana(…)”

4.    Sublinha o grupo verbal das frases seguintes:
O Búzio tinha um cão.
O Búzio pedia esmola.
As pessoas ralhavam-lhe.

5.    Qual é o sujeito da frase retirada do texto que leste : “Na mão esquerda trazia um grande pau (…)”.
5.1.        Substitui o(s) sujeito(s) das frases que se seguem por um pronome:
a.    “O Búzio aparecia ao longe.”
b.    “O seu corpo parecia um mastro (…)”.

6.    Identifica os complementos sublinhados com um X na tabela em frente:

FRASES:
Compl.
Direto
Compl.
Indir.
Compl.
Oblíq.
Em minha casa separamos o lixo.



Acabo de chegar de Itália!



Dei o meu carro ao meu filho.



Entregaste o teu coração à pessoa errada



Ele propôs-me um negócio lucrativo.





7.    Repara na frase: “Na mão esquerda trazia um grande pau que lhe servia de bordão e era seu apoio nas longas caminhadas e sua defesa contra os cães raivosos das quintas.”.
7.1.        Transcreve do excerto três nomes comuns contáveis.
7.2.        Qual é o nome coletivo que designa um conjunto de cães?

8.    Sublinha os cinco nomes comuns não contáveis presentes nos provérbios seguintes:
a.    A ambição é filha do orgulho.
b.    Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
c.    Quem diz a verdade não merece castigo.
d.    A beleza está nos olhos de quem a vê.

9.    Dos nomes que se seguem, assinala com um X os que são uniformes em género:
rapaz

doente

conde

vítima

jornalista

rei

cavalo

criança



BOM TRABALHO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Correção da ficha de trabalho formativa:
I

1.   
1.1.        Era um mendigo.
1.1.1.   “O Búzio era como um monumento manuelino: tudo nele lembrava coisas marítimas. A sua barba branca e ondulada era igual a uma onda de espuma. As grossas veias azuis das suas pernas eram iguais a cabos de navio. O seu corpo parecia um mastro e o seu andar era baloiçado como o andar dum marinheiro ou dum barco. Os seus olhos, como o próprio mar, ora eram azuis, ora cinzentos, ora verdes, e às vezes mesmo os vi roxos.”
1.2.        Ele trazia sempre com ele duas conchas na mão direita e na esquerda um grande pau.
1.2.1.   As conchas eram utilizadas como castanholas; o pau servia de cajado e de arma de defesa contra os cães das quintas.

2.1.        Andava pelas estradas e pelas praias.
2.2.        Ao longe parecia uma árvore ou um penedo.

3.     O fiel amigo que o acompanhava nas suas caminhadas era um cão, que era muito velho e sujo.

4.     Responde ás questões depois de leres atentamente a seguinte frase: “Parava em frente de uma porta e entoava a sua longa melopeia(…)”.
4.1.        O Búzio aproximava-se das casas, cantava enquanto tocava as suas conchas como se fossem castanholas, e as pessoas já sabiam que queria uma esmola.
4.2.        As pessoas atiravam-lhe a esmola e mandavam-no embora.
4.3.        O Búzio guardava a esmola com muita calma e seguia caminho até à próxima casa para fazer a mesma coisa.

5.     O Búzio aparecia em qualquer dia da semana.
5.1.        As pessoas achavam que ele era uma figura que imponha respeito e não sentiam pena dele.




II

anti-rugas
x
acção
x
Egito

egípcio

extraescolar

Novembro
x
primavera

óptimo
x

1.   

 






2.
O resultado do jogo foi dececionante!
x
O resultado do jogo foi decepcionante!



No outono as folhas caem.
x
No Outono as folhas caem.


 
Os felinos vêem bem de noite.

Os felinos veem bem de noite.
x

 
O seu ato foi heroico!
x
O seu acto foi heróico!



3. a.tipo imperativo, forma afirmativa
b. tipo declarativo, forma afirmativa
c. tipo declarativo, forma negativa

4. O Búzio tinha um cão.
O Búzio pedia esmola.
As pessoas ralhavam-lhe.

5. Ele/ O Búzio (sujeito nulo subentendido)
5.1. a.Ele aparecia ao longe.”
          b. Ele parecia um mastro.

6.

FRASES:
Compl.
Direto
Compl.
Indir.
Compl.
Oblíq.
Em minha casa separamos o lixo.
x


Acabo de chegar de Itália!


x
Dei o meu carro ao meu filho.

x

Entregaste o teu coração à pessoa errada

x

Ele propôs-me um negócio lucrativo.
x




7.1. “Na mão esquerda trazia um grande pau que lhe servia de bordão e era seu apoio nas longas caminhadas e sua defesa contra os cães raivosos das quintas.”.
7.2. matilha

8.
a.A ambição é filha do orgulho.
b. Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
c.    Quem diz a verdade não merece castigo.
d.    A beleza está nos olhos de quem a vê.

9.Dos nomes que se seguem, assinala com um X os que são uniformes em género:
rapaz

doente
X
conde

vítima
X
jornalista
X
rei

cavalo

criança
X

NOTAS: As questões do grupo I foram retiradas do manual de 7º ano da Santillana.